31/01/2026

 OS ANJOS SEGUNDO O ESPIRITISMO     

  



LEITURA INICIAL - Vida Feliz - 189

A tua vida não termina no túmulo.

Com esta consciência aprende para a eternidade, reunindo valores que jamais se consumam.

Toda lição que liberta do mal se incorpora à alma, como força de vida indestrutível.

Fosse a morte o fim da vida, e sem sentido seria o Universo.

A criação se esmaeceria e o ser pensante estaria destituído de finalidade.

Tudo, porém, conclama o ser à glória eterna, à continuidade do existir, ao progresso incessante.

Estuda e trabalha sem cessar, com os olhos postos no teu futuro espiritual, vivendo alegre, hoje e pleno, sempre.


OS ANJOS SEGUNDO O ESPIRITISMO


LE 128. Os seres a que chamamos anjos, arcanjos, serafins, formam uma categoria especial, de natureza diferente da dos outros Espíritos?

 “Não; são os Espíritos puros: os que se acham no mais alto grau da escala e reúnem todas as perfeições.”

Kardec: A palavra anjo desperta geralmente a ideia de perfeição moral. Entretanto, ela se aplica muitas vezes à designação de todos os seres, bons e maus, que estão fora da Humanidade. Diz-se: o anjo bom e o anjo mau; o anjo de luz e o anjo das trevas.

Na Bíblia encontra-se muito este termo. Às vezes, com o sentido de criaturas humanas exercendo a função de mensageiros, embaixadores, profetas.

O uso mais frequente se aplica a criaturas já existentes antes da criação do mundo, mas igualmente criadas por Deus.

Distinguem-se do homem pela superioridade da inteligência, sabedoria e poder.

Eles aparecem, em descrições bíblicas, falando aos homens na forma e linguagem humana. E são mostrados com graus hierárquicos entre si.

A Doutrina Espírita ensina que os anjos são seres criados como todos os Espíritos.

Por já terem percorrido todos os graus e reunirem em si todas as perfeições, se tornaram Espíritos puros.

Como existem Espíritos dessa categoria, muito anteriores ao homem, este acreditou que eles haviam sido criados assim, perfeitos.

No entanto sabemos que todos são criados simples e ignorantes, e ao longo de muitos milênios vão se aprimorando até chegar a Espírito Puro.

Entre os anjos, existem aqueles que se dedicam a proteger: são os ANJOS GUARDIÕES.

São sempre superiores ao homem. Estão ali para aconselhar, sustentar, ajudar a escalar a montanha escarpada do progresso.

Cumprem junto aos homens uma bela mas, ao mesmo tempo, penosa missão.

É deles que a nossa alma recebe os mais doces impulsos e ouve os mais sábios conselhos.

Que saibamos acolher suas doces inspirações e colocá-las em prática.


OS ANJOS


A palavra anjo desperta geralmente a idéia da perfeição moral.

É, frequentemente, aplicada a todos os seres, bons e maus, que não pertencem à Humanidade. Diz-se o bom e o mau anjo, o anjo da luz e o anjo das trevas.

Na Bíblia encontra-se muito este termo. Às vezes, com o sentido de criaturas humanas exercendo a função de mensageiros, embaixadores, profetas.

O uso mais frequente se aplica a criaturas já existentes antes da criação do mundo, mas igualmente criadas por Deus.

Distinguem-se do homem pela superioridade da inteligência, sabedoria e poder.

Alguns críticos julgam ser influência dos povos vizinhos a Israel, sobretudo a Pérsia, a idéia de anjos substituindo os deuses.

É assim que eles aparecem, em descrições bíblicas, falando aos homens na forma e linguagem humana. E são mostrados com graus hierárquicos entre si.

Observa-se que, no Novo Testamento, as referências aos anjos são menos freqüentes do que no Antigo Testamento.

A existência de seres humanos exercendo as funções de mensageiros da Divindade aos homens é admitida como realidade entre religiões não bíblicas, também.

É assim que vemos descrições de anjos no maometismo, nas mitologias gregas e orientais e em algumas formas do budismo.

O Corão é extraordinariamente rico em referências aos anjos.

A Doutrina Espírita ensina que os anjos são seres criados como todos os Espíritos.

Por já terem percorrido todos os graus e reunirem em si todas as perfeições, se tornaram Espíritos puros.

Como existem Espíritos dessa categoria, muito anteriores ao homem, este acreditou que eles haviam sido criados assim, perfeitos.

Entre os anjos, existem aqueles que se dedicam a proteger: são os anjos da guarda.

São sempre superiores ao homem. Estão ali para aconselhar, sustentar, ajudar a escalar a montanha escarpada do progresso.

São amigos mais firmes e mais devotados do que as mais íntimas ligações que se possam contrair na Terra.

Esses seres ali estão por ordem de Deus, que os colocou ao lado dos homens. Ali estão por Seu amor.

Cumprem junto aos homens uma bela mas, ao mesmo tempo, penosa missão.

Seja nos cárceres, nos hospitais, nos antros do vício, na solidão, eles se encontram ao lado dos seus protegidos.

É deles que a nossa alma recebe os mais doces impulsos e ouve os mais sábios conselhos.

Eles nos auxiliam nos momentos de crise.

Para os que pensam ser impossível os Espíritos verdadeiramente elevados se restringirem a uma tarefa tão laboriosa, e de todos os instantes, é bom lembrar que eles nos influenciam a milhões de léguas de distância.

Para eles, o espaço não existe. Podem estar vivendo em outros mundos e conservar a ligação com os seus protegidos.

Gozam de faculdades que não podemos compreender.

Cada anjo da guarda tem o seu protegido e vela por ele, como um pai vela pelo filho.

Sente-se feliz quando o vê no bom caminho, chora quando os seus conselhos são desprezados.

O anjo da guarda é ligado ao indivíduo desde o nascimento até a morte. Frequentemente o segue depois da morte e mesmo através de numerosas existências corpóreas.

Para o Espírito imortal, essas existências não são mais do que fases bem curtas da vida.

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Foi Gregório Magno o primeiro a introduzir a concepção da angelologia na teologia cristã no Ocidente.

Surgiram assim, além dos anjos e arcanjos, duas outras classes: a dos querubins e serafins, jamais mencionadas em toda a Bíblia como seres angelicais.

No Novo Testamento, os anjos são apresentados como sujeitos a Cristo, o Espírito perfeito.

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Extraído do Momento Espírita, com base nos itens 128 a 130 e 489 a 495 de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, de Allan Kardec, ed. Feb e no verbete ANJO, da Enciclopédia Mirador, v. 2, d. Enclyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

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30/01/2026

 Olá amigos

Segue estudo do livro Sinal Verde


Leitura Inicial:

XLVII 

Acompanha a marcha dos acontecimentos sem sofrimento.  A sua ansiedade ou a sua coleta não altera o curso das horas. Aguarda o que há de acontecido, sem que te imponha sofrimento desde a véspera. O que pensa o que aconteceu, talvez se dê, não porém da forma como aguarda, por quanto, a vida obedece a um plano de incessantes mudanças e transformações. Desse modo, espera com harmonia íntima, afastando do teu programa a metódica e o medo.

Do livro Vida feliz

Tema principal:

50 – ANTE A ORAÇÃO


Acatemos na oração a presença da luz que nos descortina a estrada para a Vida Superior, sem prevalecer‐nos dela, a fim de queixar‐nos de outrem ou espancar verbalmente seja a quem seja, quando a nossa comunhão com Deus e com a Espiritualidade Superior não seja possível em lugar à parte, no silêncio do coração, conforme a recomendação de Jesus.

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Livro SINAL VERDE - 50 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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 --- Fim ---

23/01/2026

 ESTUDO 49 - NA ASSISTÊNCIA SOCIAL




LEITURA INICIAL - Vida Feliz - 188


Nunca te omitas ante a tarefa de auxiliar.

Não somente com o dinheiro, a posição social relevante, o poder se dispõe de recursos para ajudar.

A palavra gentil é geradora de estímulos e valores que logram resultados preciosos.

O verbo tem erguido civilizações, como levado multidões à guerra, à destruição.

Usa a palavra para socorrer, emulando as pessoas caídas a levantar-se, os que dormem a despertar, os errados a corrigir-se, os agressivos a acalmar-se.

Fala com elevação e bondade, tornando-te microfone fiel a serviço do bem.


49 – NA ASSISTÊNCIA SOCIAL


Aproximar‐se do assistido, encontrando nele uma criatura humana, tão humana e tão digna de estima quanto os nossos entes mais caros.

Em tempo algum, agir sobrepondo instruções profissionais aos princípios da caridade genuína.

Amparar sem alardear superioridade.

Compreender que todos somos necessitados dessa ou daquela espécie, perante Deus e diante uns dos outros.

Colocar‐nos na situação difícil de quem recebe socorro.

Dar atenção à fala dos companheiros em privação, ouvindo‐os com afetuosa paciência, sem fazer simultaneamente outra cousa e sem interrompê‐los com indagações descabidas.

Calar toda observação desapiedada ou deprimente diante dos que sofrem, tanto quanto sabemos silenciar sarcasmo e azedume junto das criaturas amadas.

Confortar os necessitados sem exigir‐lhes mudanças imediatas. Ajudar os assistidos a serem independentes de nós.

Respeitar as idéias e opiniões de quantos pretendemos auxiliar.

Nunca subordinar a prestação de serviço ou benefício à aceitação dos pontos de vista que nos sejam pessoais.

Conservar discrição e respeito ao lado dos companheiros em pauperismo ou sofrimento, sem traçar comentários desprimorosos em torno deles, quando a visita for encerrada.

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Livro SINAL VERDE - 49 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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17/01/2026

 Olá amigos!

Segue o estudo do livro Leis Morais da Vida

Capítulo 33 - Amizades e Afeições


Leitura Inicial

37 Orientação 

 

  • " E procureis viver quietos e tratar dos seus próprios negócios e trabalhar com suas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado. " (I TESSALONICENSES, 4:11.)

A cada passo, encontramos irmãos ansiosos por orientação nova, nossos círculos de aprendizagem evangélico.

Valiosos serviços, programas excelentes de espiritualidade superior experimentam grave dilatação esperando terminar as súplicas inoportunas e reiteradas aquelas que se descuidam dos compromissos reforçados. Assim nos pronunciamos, diante de quantos se propõem servir a Jesus com sinceridade, porque, indiscutivelmente, as diretrizes cristãs permanecem traçadas, de há muito, esperando mãos operosas que as concretizem com firmeza.

Procure cada discípulo manter o quinhão de paz relativo ao que o Mestre lhe conferiu, cuide de cada qual dos negócios que lhe dizem respeito e trabalhe com as mãos com que nasceu, na conquista de expressões superiores da vida, e construirá residência espiritual elevada para si mesmo.

Aquele que conserva a harmonia, ao preço do bem infatigável, atende aos designs do Senhor no círculo dos compromissos individuais e da família humana; o que cuida dos próprios negócios desincumbe-se retamente das obrigações sociais, sem ser pesado aos interesses alheios, e o que trabalha com as próprias mãos encontra o caminho luminoso da evolução gloriosa.

Antes de buscar, pois, qualquer orientação, junto de amigos encarnados ou desencarnados, não se esqueça de verificar se já atendeste a isto.

do Livro Vinha de Luz


AMIZADES E AFEIÇÕES


Não apenas a simpatia como ingrediente único para fazer que os afagos da amizade te adornem e enlevem o espírito.

Muito fácil ganhar como perder amigos. Quiçá difícil se apresenta a tarefa de sustentar amizades, ao invés de somente consegui-las.

O magnetismo pessoal é fator importante para promover a aquisição de afetos.

Contudo, se o comportamento pessoal não se padroniza e sustenta em diretrizes de enobrecimento e liderança, as amizades e afeições não raras se convertem em canga pesada, estresse parceria que culmina em clima de animosidade, gerando futuros adversários.

Nesse particular existem pequenos fatores que não podem nem devem ser relegados para o plano secundário, a fim de que sejam mantidas as afeições.

A planta não irrigada sucumbe sob a canícula.

Oculta não sepulto.

A luz sem combustível é desligada.

A máquina sem graxa arrebenta-se.

Assim, também, a amizade que sem o sustento da cortesia e da gentileza se estiola.

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Se você deseja preservar seus amigos, não conseguiu fazê-lo através de um curso de etiqueta ou de boas maneiras, com que muitas vezes as aparências científicas, artificiais, substituem ou escondem os sentimentos reais. Os impositivos evangélicos que você aplica são admiráveis ​​técnicas de engenharia, que funcionam como recurso valioso para a sustentação do bem em qualquer lugar, em toda situação, com qualquer pessoa.

A afabilidade, a doçura, a gentileza de alguém, aparentemente destituída de simpatia, permite propiciar a presença de amigos, retê-los e torná-los afetos puros para sempre.

Amizades se desagregam ou se desgastam exatamente após articuladas, no período em que os consórcios fraternos se descuidam de mantê-las.

Isto ocorre normalmente, como consequências de atitudes que podem ser evitadas:

o olhar;

A palavra ríspida;

O atendimento hostil ou negligente;

A lamentação constante;

A irreverência acompanhada pela frivolidade;

A contínua;

A queixa contumaz;

O pessimismo vinagroso.

Os amigos são companheiros que também têm problemas. Por essa razão se acercam de ti.

Usa, no trato com eles, quanto possível, a espera e a atenção, a fim de que, um dia, conforme Jesus enunciou: “ Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor; mas, tenho-vos chamados amigos, porque vos revelei tudo quanto ouvi de meu Pai ”, tornando-te legítimo amigo de todos, consequentemente fruindo as vitórias da amizade e da afeição puras.

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Livro LEIS MORAIS DA VIDA , Cap. 33, por Joanna de Ângelis e Divaldo Franco 

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