28/08/2026

                                Olá amigos!

Segue o estudo do livro Agenda Cristã

29. É razoável pensar nisso


Leitura inicial:

“Não julgueis para não serdes julgados, pois sereis julgados da mesma maneira como julgardes os outros; e se usará para convosco, da mesma medida com que medirdes a eles.” (Mateus,VII:1-2)

É RAZOÁVEL PENSAR NISTO


A paciência não é um vitral gracioso para as suas horas de lazer. É amparo destinado aos obstáculos.

A serenidade não é jardim para os seus dias dourados. É suprimento de paz para as decepções de seu caminho.

A calma não é harmonioso violino para as suas conversações agradáveis. É valor substancial para os seus entendimentos difíceis.

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A tolerância não é saboroso vinho para os seus minutos de camaradagem. É porta valiosa para que você demonstre boa-vontade, ante os companheiros menos evolvidos.

A boa cooperação não é processo fácil de receber concurso alheio. É o meio de você ajudar ao companheiro que necessita.

A confiança não é um néctar para as suas noites de prata. É refúgio certo para as ocasiões de tormenta.

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O otimismo não constitui poltrona preguiçosa para os seus crepúsculos de anil. É manancial de forças para os seus dias de luta.

A resistência não é adorno verbalista. É sustento de sua fé.

A esperança não é genuflexório de simples contemplação. É energia para as realizações elevadas que competem ao seu espírito.

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Virtude não é flor ornamental. É fruto abençoado do esforço próprio que você deve usar e engrandecer no momento oportuno.

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Livro AGENDA CRISTÃ – 29 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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22/08/2026

 Olá amigos!

Segue nosso estudo de sábado

Livro Leis Morais da Vida

Capítulo 47 - De ânimo inquebrantável


Leitura inicial: 

69 No serviço cristão 

“Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.” - (I Pedro, 5:3.) 

Aos companheiros de Espiritismo cristão cabem tarefas de enormes proporções, junto das almas. Preocupam-nos profundos problemas da fé, transcendentes questões da dor. Porque dão de graça o que por graça recebem, contam com a animosidade dos que vendem os dons divinos; porque procuram a sabedoria espiritual, recebem a gratuita aversão dos que se cristalizam na pequena ciência; porque se preparam em face da vida eterna, desligando-se do egoísmo destruidor, são categorizados como loucos, pelos que se satisfazem na fantasia transitória. Quanto maior, porém, a incompreensão do mundo, mais se deverá intensificar naqueles as noções da responsabilidade. Não falamos aqui dos estudiosos, dos investigadores ou dos observadores simplesmente. Referimo-nos aos que já entenderam a grandeza do auxílio fraternal e a ele se entregaram, de coração voltado para o Cristo. Encontram-se nos círculos de uma experiência nobre demais para ser comentada, mas a responsabilidade que lhes compete é igualmente muito grande para ser definida. A ti, pois, meu irmão, que guardas contigo os interesses de muitas almas, repito as palavras do grande apóstolo, para que jamais te envaideças, nem procedas “como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.

Do livro Vinha de Luz


Texto estudado:

DE ÂNIMO INQUEBRANTÁVEL


Em teu compromisso pessoal de renovação contínua com Jesus, precata-te contra os fatores circunstanciais, sutis e perigosos que se te insinuam, transformando-se, posteriormente, em teus algozes impiedosos.

O ácido da ingratidão, o fel da amargura demorada, o vinagre da revolta constante, a truculência da rebeldia, a sombra da dúvida, a lâmina da maledicência, o veneno da ira, o’ azinhavre da preguiça e todo um cortejo que lentamente penetra, domina as engrenagens do teu labor, emperrando a máquina das tuas aspirações e sitiando-te no canto escuro do ceticismo ou no poço fundo da soledade.

Em lugar deles deixa que se te instalem o labor exaustivo pelo bem, o aroma da esperança nas ações, o óleo do otimismo nas peças enferrujadas pela decepção, a chama da alegria em toda a atividade, a presença da tolerância na luta, o amplexo da fraternidade autêntica junto aos demais, a paz da paciência e o tempero do bom humor, de forma estimulante para os momentos asados em que os problemas pareçam ameaçar consumir-te.

Não faltam os conspiradores da paz nos arraiais do nosso bom viver.

Pululam, entretanto, também, os estímulos da santificação quando nos voltamos para as esferas da luz.

Fitando o sol e deixando-te por ele deslumbrar, é natural que nem sempre te detenhas no solo e os teus pés sejam feridos, agredidos pela urze e pelo pedrouço que terás de calcar. Não obstante, ao atingires o planalto que te deslumbra, à frente, donde poderás vislumbrar os horizontes sem fim da plenitude da vida, serão de somenos importância os óbices vencidos, que ficaram para trás, os problemas superados que deixaste à margem.

Cada alma, porém, segue até onde pode. Não sejas daqueles que coletam mágoas, que desertam, que desconfiam, que ruminam desesperos íntimos, que modificam a estrutura de fatos ao prazer do desequilíbrio interior. .

Filho da luz divina, marchando na direção do Pai, deixa as bagas de amor como gotas de orvalho e de carinho pelos caminhos percorridos, porque o homem será sempre, hoje ou mais tarde, o que se faça de si mesmo.

Forte, deverá vencer as paixões; fraco, deverá fortalecer-se em Cristo para a vitória de si mesmo.

E entregando-te em clima de total confiança a Deus triunfarás, porque tal é a meta que a todos nós está destinada.

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Livro: LEIS MORAIS DA VIDA, 47 – por Joanna de Ângelis e Divaldo P. Franco

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21/08/2026

Estudo EFETIVAMENTE... do livro AGENDA CRISTà  




Leitura Inicial:  Livro VIDA FELIZ, 12

Nunca retribuas maldade com vingança ou desforço.
O homem mau se encontra doente e ainda não sabe.
Dá-lhe o remédio que minorará o seu aturdimento, não usando para com ele dos recursos infelizes de que ele se utiliza para contigo.
Se alguém te ofende, o problema é dele.
Quando és tu quem ofende, a questão muda de configuração e o problema passa a ser teu.
O ofensor é sempre o mais infeliz.
Conscientiza-te disso e segue tranquilo.


Texto do Estudo:

EFETIVAMENTE


Vigiar não é desconfiar. É acender a própria luz, ajudando os que se encontram nas sombras.

Defender não é gritar. É prestar mais intenso serviço às causas e às pessoas.

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Ajudar não é importante. É amparar, substancialmente, sem pruridos de personalismo, para que o beneficiado cresça, se ilumine e seja feliz por si mesmo.

Ensinar não é ferir. É orientar o próximo, amorosamente, para o reino da compreensão e da paz.

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Renovar não é destruir. É respeitar os fundamentos, restaurando as obras para o bem geral.

Esclarecer não é discutir. É auxiliar, através do espírito de serviço e da boa-vontade, o entendimento daquele que ignora.

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Amar não é desejar. É compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro amor resplandeça.

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Livro AGENDA CRISTÃ – 28 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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14/08/2026

 Olá amigos!

Segue o estudo do livro Agenda Cristã

27. Experiências Difíceis




Leitura inicial:

 “Por que vês um argueiro no olho de teu irmão, e não vês a trave no teu? Como dizes ao teu irmão: Deixa-me tirar um argueiro de teu olho, se tens uma trave no teu? Hipócrita! Tirai primeiramente a trave de teu olho, e então verás como hás de tirar o argueiro do olho de teu irmão.” (Mateus, VII:3-5)


Leitura Principal:

EXPERIÊNCIAS DIFÍCEIS


A beleza física pode provocar tragédias imprevisíveis para a alma, se esta não possui discernimento.

Excessivo dinheiro é porta para a indigência, se o detentor da fortuna não consolidou o próprio equilíbrio.

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Demasiado conforto é desvantagem, se a criatura não aprendeu a arte de desprender-se.

Muito destaque é introdução a queda espetacular, se o homem não amadureceu o raciocínio.

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Considerável autoridade estraga a alegria de viver, se a mente ainda não cultiva o senso das proporções.

Grande carga de responsabilidade extermina a existência daquele que ainda não ultrapassou a compreensão comum.

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Enorme cabedal de conhecimento, em meio de inúmeras pessoas ignorantes, vulgares ou insensatas, é fruto venenoso e amargo, se o espírito ainda não se resignou à solidão.

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Livro AGENDA CRISTÃ – 27 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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