06/02/2026

 AGENDA CRISTÃ - INFORMANDO O LEITOR…  




LEITURA INICIAL: VIDA FELIZ 03

Mergulha a mente, quanto possível, no estudo.

O estudo liberta da ignorância e favorece a criatura com o discernimento.

O estudo e o trabalho são as asas que facilitam a evolução do ser.

O conhecimento é mensagem de vida.

Não apenas nos educandários podes estudar.

A própria vida é um livro aberto, que ensina a quem deseja aprender.


AGENDA CRISTÃ - INFORMANDO O LEITOR…


Legiões de companheiros procuram diretrizes, preocupados em traçar caminhos exteriores...

Estimariam receber do plano espiritual sugestões diretas que os elevassem ás culminâncias da vitória fácil. Desejariam reajustar os negócios que lhes dizem respeito, modificar intempestivamente a atitude mental de pessoas queridas, penetrar o segredo das circunstâncias improvisadas na aplicação do livre-arbítrio alheio, à custa de pareceres dos irmãos desencarnados, habitantes de outros círculos.

Entretanto, individuo algum fugirá à experiência, cuja função é ensinar e melhorar sempre.

Em face de semelhante realidade, qualquer orientação sem base na harmonia íntima não passará de simples jogo de palavras, no serviço, muita vez louvável e benéfico, da contemporização.

O homem renovado para o bem é a garantia substancial da felicidade humana. Eis por que, antes de tudo, é imprescindível o engrandecimento do ser, diante da vida e do Universo, invariavelmente tocados, nos menores ângulos, pelas maravilhas divinas.

Como orientar acontecimentos, conduzir providências, controlar manifestações ou harmonizar elementos para determinados fins, sem equilíbrio na fonte de efeitos, situações e ocorrências, sediada em nós mesmos?

O indígena transportado a um palácio de cultura moderna, de modo algum, poderá exigir que a Civilização regresse à taba para satisfazer-lhe a compreensão deficiente, cabendo-lhe, ao contrário, o dever de educar-se a fim de entender o progresso do mundo.

O astrônomo, chumbado ao solo do Planeta, não solicitará às estrelas o abandono da rota que as leis cósmicas lhes assinalam no campo infinito, competindo-lhe a obrigação de aprimorar os aparelhos de óptica, de maneira a alcançar seus objetivos, ante a grandeza celeste.

Seria infantilidade fustigar moscas sobre o toco infeccioso, a pretexto de sanar o mal. Determina a lógica a extinção daquele.

O homem, herdeiro do Céu, refletirá sempre a Paternidade Divina, no nível em que se encontra.

Fujamos, assim, aos velhos propósitos de conseguir veludoso acesso aos benefícios baratos.

Inegável o imperativo da colaboração na jornada evolutiva.

Em todos os departamentos do Universo, conheceremos benfeitores e beneficiados. A própria hierarquia, para ser bem vivida, fundamentar-Se-á em princípios de solidariedade.

No entanto, se não é lícito menosprezar o favor, não devemos viciar a proteção.

É compreensível o socorro sistemático á plantinha tenra, como é natural a escora destinada ao vegetal benfeitor sobrecarregado de trutas. Nós outros, porém, afeitos á revelação da imortalidade, não somos detentores senão de conhecimentos puramente embrionários e estamos longe da superprodução nos setores do bem. Somos Espíritos humanos distanciados da inexperiência original, mas baldos de virtudes, sob a justa

necessidade de iluminar a consciência, aprimorar sentimentos e aperfeiçoar qualidades individuais, para que não estejamos recebendo, em vão, as bênçãos do Senhor.

Este pequeno curso de Espiritualidade que André Luiz apresenta não é presunçoso ementário de recomendações rigoristas. É mensagem amiga para companheiros que reclamam diretrizes das entidades espirituais, como se o verdadeiro trabalho salvacionista residisse fora deles mesmos. Ele apresenta a palavra do nosso plano de luta, onde aprendemos que o milagre da perfeição é obra de esforço, conhecimento, disciplina, elevação, serviço e aprimoramento no templo do próprio “eu”.

Não se trata, portanto, de manual pretensioso.

Aqui, leitor amigo, você observará somente a lembrança dos antigos ensinos do Mestre, em novo acondicionamento verbal, de modo a recordarmos com Ele que o Reino Divino — edificação de Deus no Homem — em verdade jamais surgirá no mundo por aparências exteriores.

EMMANUEL

Pedro Leopoldo, 18 de junho de 1947

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Livro AGENDA CRISTà– Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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31/01/2026

 OS ANJOS SEGUNDO O ESPIRITISMO     

  



LEITURA INICIAL - Vida Feliz - 189

A tua vida não termina no túmulo.

Com esta consciência aprende para a eternidade, reunindo valores que jamais se consumam.

Toda lição que liberta do mal se incorpora à alma, como força de vida indestrutível.

Fosse a morte o fim da vida, e sem sentido seria o Universo.

A criação se esmaeceria e o ser pensante estaria destituído de finalidade.

Tudo, porém, conclama o ser à glória eterna, à continuidade do existir, ao progresso incessante.

Estuda e trabalha sem cessar, com os olhos postos no teu futuro espiritual, vivendo alegre, hoje e pleno, sempre.


OS ANJOS SEGUNDO O ESPIRITISMO


LE 128. Os seres a que chamamos anjos, arcanjos, serafins, formam uma categoria especial, de natureza diferente da dos outros Espíritos?

 “Não; são os Espíritos puros: os que se acham no mais alto grau da escala e reúnem todas as perfeições.”

Kardec: A palavra anjo desperta geralmente a ideia de perfeição moral. Entretanto, ela se aplica muitas vezes à designação de todos os seres, bons e maus, que estão fora da Humanidade. Diz-se: o anjo bom e o anjo mau; o anjo de luz e o anjo das trevas.

Na Bíblia encontra-se muito este termo. Às vezes, com o sentido de criaturas humanas exercendo a função de mensageiros, embaixadores, profetas.

O uso mais frequente se aplica a criaturas já existentes antes da criação do mundo, mas igualmente criadas por Deus.

Distinguem-se do homem pela superioridade da inteligência, sabedoria e poder.

Eles aparecem, em descrições bíblicas, falando aos homens na forma e linguagem humana. E são mostrados com graus hierárquicos entre si.

A Doutrina Espírita ensina que os anjos são seres criados como todos os Espíritos.

Por já terem percorrido todos os graus e reunirem em si todas as perfeições, se tornaram Espíritos puros.

Como existem Espíritos dessa categoria, muito anteriores ao homem, este acreditou que eles haviam sido criados assim, perfeitos.

No entanto sabemos que todos são criados simples e ignorantes, e ao longo de muitos milênios vão se aprimorando até chegar a Espírito Puro.

Entre os anjos, existem aqueles que se dedicam a proteger: são os ANJOS GUARDIÕES.

São sempre superiores ao homem. Estão ali para aconselhar, sustentar, ajudar a escalar a montanha escarpada do progresso.

Cumprem junto aos homens uma bela mas, ao mesmo tempo, penosa missão.

É deles que a nossa alma recebe os mais doces impulsos e ouve os mais sábios conselhos.

Que saibamos acolher suas doces inspirações e colocá-las em prática.


OS ANJOS


A palavra anjo desperta geralmente a idéia da perfeição moral.

É, frequentemente, aplicada a todos os seres, bons e maus, que não pertencem à Humanidade. Diz-se o bom e o mau anjo, o anjo da luz e o anjo das trevas.

Na Bíblia encontra-se muito este termo. Às vezes, com o sentido de criaturas humanas exercendo a função de mensageiros, embaixadores, profetas.

O uso mais frequente se aplica a criaturas já existentes antes da criação do mundo, mas igualmente criadas por Deus.

Distinguem-se do homem pela superioridade da inteligência, sabedoria e poder.

Alguns críticos julgam ser influência dos povos vizinhos a Israel, sobretudo a Pérsia, a idéia de anjos substituindo os deuses.

É assim que eles aparecem, em descrições bíblicas, falando aos homens na forma e linguagem humana. E são mostrados com graus hierárquicos entre si.

Observa-se que, no Novo Testamento, as referências aos anjos são menos freqüentes do que no Antigo Testamento.

A existência de seres humanos exercendo as funções de mensageiros da Divindade aos homens é admitida como realidade entre religiões não bíblicas, também.

É assim que vemos descrições de anjos no maometismo, nas mitologias gregas e orientais e em algumas formas do budismo.

O Corão é extraordinariamente rico em referências aos anjos.

A Doutrina Espírita ensina que os anjos são seres criados como todos os Espíritos.

Por já terem percorrido todos os graus e reunirem em si todas as perfeições, se tornaram Espíritos puros.

Como existem Espíritos dessa categoria, muito anteriores ao homem, este acreditou que eles haviam sido criados assim, perfeitos.

Entre os anjos, existem aqueles que se dedicam a proteger: são os anjos da guarda.

São sempre superiores ao homem. Estão ali para aconselhar, sustentar, ajudar a escalar a montanha escarpada do progresso.

São amigos mais firmes e mais devotados do que as mais íntimas ligações que se possam contrair na Terra.

Esses seres ali estão por ordem de Deus, que os colocou ao lado dos homens. Ali estão por Seu amor.

Cumprem junto aos homens uma bela mas, ao mesmo tempo, penosa missão.

Seja nos cárceres, nos hospitais, nos antros do vício, na solidão, eles se encontram ao lado dos seus protegidos.

É deles que a nossa alma recebe os mais doces impulsos e ouve os mais sábios conselhos.

Eles nos auxiliam nos momentos de crise.

Para os que pensam ser impossível os Espíritos verdadeiramente elevados se restringirem a uma tarefa tão laboriosa, e de todos os instantes, é bom lembrar que eles nos influenciam a milhões de léguas de distância.

Para eles, o espaço não existe. Podem estar vivendo em outros mundos e conservar a ligação com os seus protegidos.

Gozam de faculdades que não podemos compreender.

Cada anjo da guarda tem o seu protegido e vela por ele, como um pai vela pelo filho.

Sente-se feliz quando o vê no bom caminho, chora quando os seus conselhos são desprezados.

O anjo da guarda é ligado ao indivíduo desde o nascimento até a morte. Frequentemente o segue depois da morte e mesmo através de numerosas existências corpóreas.

Para o Espírito imortal, essas existências não são mais do que fases bem curtas da vida.

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Foi Gregório Magno o primeiro a introduzir a concepção da angelologia na teologia cristã no Ocidente.

Surgiram assim, além dos anjos e arcanjos, duas outras classes: a dos querubins e serafins, jamais mencionadas em toda a Bíblia como seres angelicais.

No Novo Testamento, os anjos são apresentados como sujeitos a Cristo, o Espírito perfeito.

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Extraído do Momento Espírita, com base nos itens 128 a 130 e 489 a 495 de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, de Allan Kardec, ed. Feb e no verbete ANJO, da Enciclopédia Mirador, v. 2, d. Enclyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

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30/01/2026

 Olá amigos

Segue estudo do livro Sinal Verde


Leitura Inicial:

XLVII 

Acompanha a marcha dos acontecimentos sem sofrimento.  A sua ansiedade ou a sua coleta não altera o curso das horas. Aguarda o que há de acontecido, sem que te imponha sofrimento desde a véspera. O que pensa o que aconteceu, talvez se dê, não porém da forma como aguarda, por quanto, a vida obedece a um plano de incessantes mudanças e transformações. Desse modo, espera com harmonia íntima, afastando do teu programa a metódica e o medo.

Do livro Vida feliz

Tema principal:

50 – ANTE A ORAÇÃO


Acatemos na oração a presença da luz que nos descortina a estrada para a Vida Superior, sem prevalecer‐nos dela, a fim de queixar‐nos de outrem ou espancar verbalmente seja a quem seja, quando a nossa comunhão com Deus e com a Espiritualidade Superior não seja possível em lugar à parte, no silêncio do coração, conforme a recomendação de Jesus.

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Livro SINAL VERDE - 50 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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 --- Fim ---

23/01/2026

 ESTUDO 49 - NA ASSISTÊNCIA SOCIAL




LEITURA INICIAL - Vida Feliz - 188


Nunca te omitas ante a tarefa de auxiliar.

Não somente com o dinheiro, a posição social relevante, o poder se dispõe de recursos para ajudar.

A palavra gentil é geradora de estímulos e valores que logram resultados preciosos.

O verbo tem erguido civilizações, como levado multidões à guerra, à destruição.

Usa a palavra para socorrer, emulando as pessoas caídas a levantar-se, os que dormem a despertar, os errados a corrigir-se, os agressivos a acalmar-se.

Fala com elevação e bondade, tornando-te microfone fiel a serviço do bem.


49 – NA ASSISTÊNCIA SOCIAL


Aproximar‐se do assistido, encontrando nele uma criatura humana, tão humana e tão digna de estima quanto os nossos entes mais caros.

Em tempo algum, agir sobrepondo instruções profissionais aos princípios da caridade genuína.

Amparar sem alardear superioridade.

Compreender que todos somos necessitados dessa ou daquela espécie, perante Deus e diante uns dos outros.

Colocar‐nos na situação difícil de quem recebe socorro.

Dar atenção à fala dos companheiros em privação, ouvindo‐os com afetuosa paciência, sem fazer simultaneamente outra cousa e sem interrompê‐los com indagações descabidas.

Calar toda observação desapiedada ou deprimente diante dos que sofrem, tanto quanto sabemos silenciar sarcasmo e azedume junto das criaturas amadas.

Confortar os necessitados sem exigir‐lhes mudanças imediatas. Ajudar os assistidos a serem independentes de nós.

Respeitar as idéias e opiniões de quantos pretendemos auxiliar.

Nunca subordinar a prestação de serviço ou benefício à aceitação dos pontos de vista que nos sejam pessoais.

Conservar discrição e respeito ao lado dos companheiros em pauperismo ou sofrimento, sem traçar comentários desprimorosos em torno deles, quando a visita for encerrada.

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Livro SINAL VERDE - 49 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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