08/05/2026

 Olá amigos

Segue nosso estudo do livro Agenda Cristã 

Capítulo 13 - Realmente 






Tema do Estudo:

REALMENTE


A tempestade espanta. Entretanto, acentuar-nos-á a resistência, se soubermos recebê-la.

A dor dilacera. Mas aperfeiçoar-nos-á o coração, se buscarmos aproveitá-la.

A incompreensão dói. Contudo, oferece-nos excelente oportunidade de compreender.

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A luta perturba. Todavia, será portadora de incalculáveis benefícios, se lhe aceitarmos o concurso.

O desespero destrói. Diante dele, porém, encontramos ensejo de cultivar a serenidade.

O ódio enegrece. No entanto, descortina bendito horizonte à revelação do amor.

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A aflição esmaga. Abre-nos, todavia, as portas da ação consoladora.

O choque assombra. Nele, contudo, encontraremos abençoada renovação.

A prova tortura. Sem ela, entretanto, é impossível a aprendizagem.

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O obstáculo aborrece. Temos nele, porém, legítimo produtor de elevação e capacidade.

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Livro AGENDA CRISTÃ - 13 - Por Emmanuel e Francisco Cândido Xavier

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Leitura inicial:


02/05/2026

 Olá 

Segue nosso estudo do livro Leis Morais da Vida

Capítulo 40 - Vícios e delitos


Leitura inicial:

Rendimento

Leve auxílio que estendas:
Mais apoio a servir-te.
A esperança que espalhas
É uma estrela a esperar-te.

Dor que tires dos outros,
Prova de que te afastas.
Doar felicidade
é retratá-la em nós.

Olha a semente humilde
e a colheita dos frutos.
Todo bem rende o bem
pelas contas de Deus.


Tema do estudo:

VÍCIOS E DELITOS


Condicionamentos passados fortemente fixados nos tecidos sutis do espírito ressurgem como incontidas impulsões, que se transformam em vigorosos senhores dos que lhes padecem a injunção.

Procedentes do pretérito espiritual, fazem-se dilaceração da alma desde cedo, quando o processo da reencarnação se consuma...

Constituem imperiosos tormentos que aparecem reiteradamente, dominam e destroem os seus êmulos.

Formam as paisagens lôbregas do mundo moral da criatura humana.

❖ ❖ ❖

Tomam corpo em decorrência dos maus hábitos, estimulados pela insensatez, cultivados pela permissividade social.

Assumem aspeto inocente e se incorporam à personalidade, tornando-se uma segunda natureza que absorve os recursos superiores da vida, culminando por seviciar e vencer os que derrapam na sua inditosa direção.

❖ ❖ ❖

Defluem de inspirações perniciosas de mentes desencarnadas, em processo insinuante de obsessão simples, que se converte em subjugação selvagem, mediante a qual os cômpares se sustentam e se extremunham, infelicitando-se reciprocamente em doloroso processo de longo curso em que se interdependem, amargurados.

❖ ❖ ❖

Possuem uma gênese e uma gama diversa e complexa.

Todos decorrem do espírito dúbio e procedem da fraqueza interior dos que se acumpliciam em consórcio de dependência inditosa.

Florescem, pestilenciais, na alma, na mente e no corpo.

São paixões dissolventes que envenenam com tenacidade, em programática segura.

❖ ❖ ❖

Seja sob qual aparência os descubras em ti, não lhes dês trégua.

A mentira inocente estimulada transforma-se, um dia, numa calúnia bem urdida.

Uma taça de licor singela, repetida, faz-se veículo de alcoolofilia martirizante.

Um delíquio moral momentâneo, aceito com naturalidade, abre as portas da dignidade à corrupção.

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Sê severo nos teus compromissos morais, nas tuas relações sociais, impondo-te elevação e austeridade.

Um descuido, uma concessão e se estabelecem os vínculos inditosos.

Morigeração e cuidado deves manter, mesmo que os outros se favoreçam com maior soma de liberdade, a fim de preservar-te das artimanhas dos vícios e delitos que trazes do ontem, que podes adquirir hoje e que estão fáceis por toda parte...

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Sublimes realizações, tarefas nobilitantes que suportaram graves investidas do mal, homens e mulheres resolutos que se ofereceram ao bem e ao dever, tombaram, inermes, ante os vapores dos vícios sociais e delitos morais aparentemente ingênuos, que terminaram por vencer as decisões robustas em que fraquejaram...

Vigia e perscruta teus sentimentos.

Se descobrires tendências e inclinações não adies o combate, nem te concedas pieguismo.

Luta e vence-os de uma vez, arrebentando os elos mantenedores da viciação e dos delitos, a fim de lograres o êxito que persegues, anelas e necessitas.

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Livro LEIS MORAIS DA VIDA - 40 – Por Joanna de Ângelis e Divaldo Franco

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01/05/2026

 ESTUDO AGENDA CRISTÃ 12 - AJUDE SEMPRE




Leitura Inicial:  VIDA FELIZ 126:

Um pouco de silêncio interior far-te-á muito bem.

A azáfama desgastante, as preocupações contínuas, os sobressaltos, diminuem as resistências morais. Indispensável que te reserves tempo emocional para o teu refazimento, o teu silêncio interior.

Ora, sem palavras, e acalma-te, deixando as idéias fluírem com espontaneidade, recompondo as paisagens emocional e nervosa, a fim de prosseguires na luta.

Nesses instantes, encontra-te contigo mesmo e experimenta o júbilo de te amares, cuidando de ti e renovando-te, a fim de que nenhum mal permaneça contigo.


12 – AJUDE SEMPRE


Diante da noite, não acuse as trevas. Aprenda a fazer lume.

Em vão condenará você o pântano. Ajude-o a purificar-se.

No caminho pedregoso, não atire calhaus nos outros. Transforme os calhaus em obras úteis.

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Não amaldiçoe o vozerio alheio. Ensine alguma lição proveitosa, com o silêncio.

Não adote a incerteza, perante as situações difíceis. Enfrente-as com a consciência limpa.

Debalde censurará você o espinheiro. Remova-o com bondade.

                                                                             ❖ ❖ ❖

Não critique o terreno sáfaro. Ao invés disso, dê-lhe adubo.

Não pronuncie más palavras contra o deserto. Auxilie a cavar um poço sob a areia escaldante.

Não é vantagem desaprovar onde todos desaprovaram. Ampare o seu irmão com a boa palavra.

                                                                             ❖ ❖ ❖

É sempre fácil observar o mal e identificá-lo.

Entretanto, o que o Cristo espera de nós outros é a descoberta e o cultivo do bem para que o Divino Amor seja glorificado.

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Livro AGENDA CRISTÃ - 12 - Por Emmanuel e Francisco Cândido Xavier

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30/04/2026

 Olá amigos!

Segue o estudo da Tarde Fraterna  REFLETINDO SOBRE A DOR



 Leitura Inicial: VINHA DE LUZ, 129:


SERVIÇO DE SALVAÇÃO


E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” — (ATOS, 2.21)


Os Espíritos mais renitentes no crime serão salvos das garras do mal, se invocarem verdadeiramente o amparo do Senhor.

E é forçoso observar que chega sempre um instante, na experiência individual, em que somos constrangidos a recorrer ao que possuímos de mais precioso, no terreno da crença.

Os próprios materialistas não escapam a semelhante impositivo da luta humana; qual ocorre aos demais, nas contingências dilacerantes requisitam o socorro do dinheiro, da ciência provisória, das posições convencionalistas, que, aliás, em boa tese, auxiliam mas não salvam.

Indispensável se torna recorrer a Jesus para a solução de nossas questões fundamentais.

Invoquemos a compaixão d’Ele e não nos faltará recurso adequado. Não bastará, contudo, tão somente aprender a rogar. Estudemos também a arte de receber.

Às vezes, surgem diferenças superficiais entre pedido e suprimento. O trabalho salvador do Céu virá ao nosso encontro, mas não obedecerá, em grande número de ocasiões, à expectativa de nossa visão imperfeita. Em muitos casos, a Providência Divina nos visita em forma de doença, escassez e contrariedade…

A miopia terrena, todavia, de modo geral, só interpreta a palavra “salvação” por “vantagem imediata” e, por isso, um leve desgosto ou uma desilusão útil provocam torrentes de lamentações improdutivas.

Apesar de tudo, porém, o Cristo nunca deixa de socorrer e aliviar e o Seu sublime esforço de redenção assume variados aspectos tanto quanto são diversas as necessidades de cada um.


Texto do Estudo:


REFLETINDO SOBRE A DOR


A dor tem sido, em todas as épocas da Humanidade, uma constante entre os seres.

Instala-se de forma inesperada e passa, a partir daí, a ser o centro das atenções, modificando planos, alterando rumos.

Quando detestada, suas reações são violentas, tornando-se ainda mais forte. Quando aceita, seus efeitos são mais brandos.

A verdade é que a dor se faz conhecida de todos e ninguém pode lhe impedir a presença.

Ela assume as mais variadas facetas e depois que encerra um ciclo, prepara, para um novo cometimento, a sua oportuna aparição.

Ora são as dificuldades econômicas que afligem, ora a solidão afetiva que o dinheiro não consegue aplacar.

Ali é o ódio que dilacera os tecidos íntimos do ser, acolá são as garras das enfermidades irreversíveis que reduzem a pó as mais sinceras esperanças.

São amores que partem para o outro plano da vida, sem nem mesmo um último adeus. São mentiras que destroem sonhos e afastam corações amigos.

A dor, como ferramenta divina de depuração, submete e atinge, sem exceção, todas as criaturas.

Os prepotentes, que a desconsideram, não chegam ao termo da jornada sem lhe experimentar a companhia.

Os orgulhosos, que a desprezam, considerando-se inalcançáveis, encontram-na logo adiante.

Seu cerco é invencível.

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Instrumento da Lei de Deus, a dor serve como benfeitora anônima que a todos visita.

Sua ação não é resultado do acaso, tampouco pode ser considerada como uma ocorrência injusta.

Nossas atribulações nada mais são do que consequências de equívocos do passado, exigindo a cabível reparação e o devido resgate.

São repercussões da violação das Leis Divinas.

São ocasiões benditas de aprendizado e refazimento.

A dor, que a muitos amesquinha, humilha e atordoa, deve constituir estímulo de crescimento e evolução, a fim de que alcancemos a grande vitória sobre nós mesmos.

Não temamos. Não nos deixemos dominar pelo sofrimento e pela sensação de autocomiseração.

Quando um motivo de dor ou de contrariedade nos atingir, elevemo-nos acima das circunstâncias, dominando os impulsos de impaciência, de cólera ou de desespero.

Podemos, pela própria vontade, domar ou vencer a dor, ou, pelo menos, fazer dela meio de elevação.

A dor serve para polir, lapidar, esculpir e edificar as verdadeiras qualidades do Espírito imortal.

Lembremo-nos: Bem-aventurados os aflitos porque têm a oportunidade de provar a sua fé, a sua firmeza, a sua perseverança e a sua submissão à vontade de Deus. E porque passada a tempestade, eles terão as alegrias que lhes faltam na Terra.

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A felicidade não é deste mundo.

A dor será necessária enquanto os homens não pautarem seus atos, pensamentos e palavras de acordo com as Leis eternas.

Todas as aflições do presente são frutos de um passado equivocado.

Nem a fortuna, nem o poder, nem mesmo a juventude em flor são condições essenciais à felicidade.

Há pessoas que detêm tudo o que falta a outros e também não se sentem felizes.

Utilizemos a fé como remédio certo para o sofrimento. Ela aponta sempre os horizontes do infinito, ante os quais se esvaem os poucos dias de sombra do presente.

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Extraido do Momento Espírita

Referências: MOMENTOS DE FELICIDADE, cap. 4 - oanna de Ângelis e Divaldo Franco, O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, cap. 5 eO PROBLEMA DO SER, DO DESTINO E DA DOR, Cap. 26, item 3 - Leon Denis

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