20/02/2026

 ESTUDO AGENDA CRISTÃ - 02 - PRINCÍPIOS REDENTORES:




02 - PRINCÍPIOS REDENTORES


Não se esqueça de que Deus é o tema central de nossos destinos.

Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.

Concorde imediatamente com os adversários.

Respeite a opinião dos vizinhos.

Evite contendas desagradáveis. Empreste sem aguardar restituição.

Dê seu concurso às boas obras, com alegria.

Não se preocupe com os caluniadores. Agradeça ao inimigo pelo valor que ele lhe atribui.

Ajude as crianças.

Não desampare os velhos e doentes.

Pense em você, por último, em qualquer jogo de benefícios.

Desculpe sinceramente.

Não critique a ninguém.

Repare seus defeitos, antes de corrigir os alheios.

Use a fé e a prudência.

Aprenda a semear, preparando boa ceifa.

Não peça uvas ao espinheiro. Liberte-se do peso de excessivas convenções.

Cultive a simplicidade.

Fale o menos possível, relativamente a você e a seus problemas.

Estimule as qualidades nobres dos companheiros.

Trabalhe no bem de todos. Valorize o tempo.

Metodize o trabalho, sabendo que cada dia tem as suas obrigações.

Não se aflija.

Sirva a toda gente sem prender-se.

Seja alegre, justo e agradecido.

Jamais imponha seus pontos de vista.

Lembre-se de que o mundo não foi feito apenas para você.

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As ciências sociais de hoje apresentam semelhantes princípios como novidades. No entanto, são antigos. Chegaram à Terra, com o Cristo, há quase vinte séculos. Nós outros, porém, espíritos atrasados no entendimento, somos ainda tardios na aplicação.

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Livro AGENDA CRISTÃ - 02 – Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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13/02/2026

AGENDA CRISTÃ - 1. IMPERATIVOS CRISTÃOS



Leitura inicial:

Vida Feliz - XLVIII 
Ouve com atenção e cuidado. Não te apresses em cortar o assunto, como se já tivesses entendido. Há pessoas que têm dificuldade de expressão e tornam-se difíceis de serem compreendidas. Após ouvires, se a circunstância permitir, dialoga um pouco com o expositor, a fim de que o tema te fique esclarecido e o apreendas. Quem ouve bem, penetre os melhores ensinamentos que lhe chegam. Ouvir, é ainda uma arte um pouco exercitada.

01 - IMPERATIVOS CRISTÃOS


Aprende — humildemente.

Ensina — praticando.

Administra — educando.

Obedece — prestativo.

Ama — edificando.

Teme — a ti mesmo.

Sofre — aproveitando.

Fala — construindo.

Ouve — sem malícia.

Ajuda — elevando.

Ampara — levantando.

Passa — servindo.

Ora — serenamente.

Pede — com juízo.

Espera — trabalhando.

Crê —  agindo.

Confia — vigiando.

Recebe — distribuindo.

Atende — com gentileza.

Coopera — sem apego.

Socorre — melhorando.

Examina — salvando.

Esclarece — respeitoso.

Semeia — sem aflição.

Estuda — aperfeiçoando. 

Caminha — com todos.

Avança — auxiliando.

Age — no bem geral.

Corrige — com bondade.

Perdoa — sempre.

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Livro AGENDA CRISTÃ - 01 – Por André Luiz  e  Francisco Cândido Xavier   

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07/02/2026

LEIS MORAIS DA VIDA - 34. ABNEGAÇÃO


Leitura inicial:

Vida Feliz: LI 

Quem guarda rancor, coleciona lixo moral, e, consequentemente, termina enfermando. O mal que você faz, não deve merecer seu sacrifício. Se alguém deseja ver-te infeliz, idade de forma bastante, vivendo com alegria. Se outrem planeja perturbar-te, insiste na posição de harmonia. Se aquele que se tornou seu adversário trabalha pelo seu desejo, continue em paz. Para quem procura infelicitar os outros, a maior dor é velos imperturbável. Seja inteligente e não te desgaste à toa.


34 - ABNEGAÇÃO


Mais profunda do que uma ação de solidariedade, pura e simplesmente.

Mais nobre do que o gesto asceta de desprezo e indiferença pelo mundo.

Mais elevado do que o altruísmo no seu sentido sociológico.

A abnegação é uma oferta de amor ao próximo que leva ao sacrifício como forma inicial de caridade relevante.

Tem origem nos pequenos cometimentos do auxílio fraterno, com renúncia pessoal, mediante a qual a imolação reservada para quem a exerce a alegria de privar-se de um prazer, em prol do gozo de outrem.

Uma noite de sono reparador trocada pela vigília junto a um enfermo não relacionado diretamente aos sentimentos, seja pela consangüinidade ou por interesses de outro procedimento; A cessão de um bem que é preciso e quiçá faz falta, desde que constitui alegria de outra pessoa; A paciência e a doçura na atitude, com esforço e sem acrimônia interna, na desincumbência de um senhor grave, dirigido às criaturas humanas; A jovialidade, ocultando as próprias dores, de nodo a não afligir aqueles com os quais se convivem; A perseverança discreta no trabalho mortificante, sem queixa nem enfado, desde que resultem benefícios para os demais; A ação não violenta, o silêncio ante a ofensa, a não defesa em face de acusações indébitas, considerando, com esse esforço sacrificial, não comprometer nem ofender a ninguém, são expressões de renúncia ao amor-próprio, dando lugar à abnegação, que ora escasseia entre as criaturas, e, no entanto, é essencial para a construção do bem entre os homens da Terra.

Um gesto de abnegação fala mais expressivamente do que páginas escritas ou discursos de alta eloqüência e rebuscada técnica retórica.

A abnegação felicita quem a recebe, mas santifica quem a exercita.

O utilitarismo e o imediatismo modernos encontram soluções eufemistas, por meio de processos de transferência para as resultados que recomendam a abnegação de cada um.

Nesse sentido o egoísmo é uma entrada dos mais impeditivos para a consequência do sacrifício com que se pode florescer de vitórias a cruz da abnegação.

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Diante de um esforço que cabe a você brindar a alguém que sofre, não se transforma em oportunidade de ser abnegado.

Sob pretexto algum te poupes à operosa produção da felicidade, se o cometimento te exige abnegação.

Melhor ser o sacrificado pelo bem e pelo progresso dos seres do que o usufrutuário das coisas.

No ato de espalhar o conforto moral, não entre teças opiniões desairosas, nem te apresenta na condição de mártir a fim de inspirar simpatia.

Sê autêntico no dever.

O abnegado se desconhece. Ama com devotamento, e a chama do amor que lhe arde no íntimo dá-lhe tempo para pensar primeiro em si, porqüanto os problemas e as dores de seus irmãos na Humanidade têm para ele regime de prioridade.

Se, todavia, desejares um protótipo que te expresse com mais veemência a grandeza da abnegação, recorre a Jesus que, em se esquecendo de si mesmo, abraçou a cruz do sacrifício, a tudo renunciando, a fim de, por essa forma, testemunhar o seu afeto e devoção por todos nós.

Oxalá, assim, a abnegação te dulcifique o ser e você faça realmente cristão.

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Livro LEIS MORAIS DA VIDA, 34 - por Joanna de Ângelis e Divaldo Franco.  

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06/02/2026

 AGENDA CRISTÃ - INFORMANDO O LEITOR…  




LEITURA INICIAL: VIDA FELIZ 03

Mergulha a mente, quanto possível, no estudo.

O estudo liberta da ignorância e favorece a criatura com o discernimento.

O estudo e o trabalho são as asas que facilitam a evolução do ser.

O conhecimento é mensagem de vida.

Não apenas nos educandários podes estudar.

A própria vida é um livro aberto, que ensina a quem deseja aprender.


AGENDA CRISTÃ - INFORMANDO O LEITOR…


Legiões de companheiros procuram diretrizes, preocupados em traçar caminhos exteriores...

Estimariam receber do plano espiritual sugestões diretas que os elevassem ás culminâncias da vitória fácil. Desejariam reajustar os negócios que lhes dizem respeito, modificar intempestivamente a atitude mental de pessoas queridas, penetrar o segredo das circunstâncias improvisadas na aplicação do livre-arbítrio alheio, à custa de pareceres dos irmãos desencarnados, habitantes de outros círculos.

Entretanto, individuo algum fugirá à experiência, cuja função é ensinar e melhorar sempre.

Em face de semelhante realidade, qualquer orientação sem base na harmonia íntima não passará de simples jogo de palavras, no serviço, muita vez louvável e benéfico, da contemporização.

O homem renovado para o bem é a garantia substancial da felicidade humana. Eis por que, antes de tudo, é imprescindível o engrandecimento do ser, diante da vida e do Universo, invariavelmente tocados, nos menores ângulos, pelas maravilhas divinas.

Como orientar acontecimentos, conduzir providências, controlar manifestações ou harmonizar elementos para determinados fins, sem equilíbrio na fonte de efeitos, situações e ocorrências, sediada em nós mesmos?

O indígena transportado a um palácio de cultura moderna, de modo algum, poderá exigir que a Civilização regresse à taba para satisfazer-lhe a compreensão deficiente, cabendo-lhe, ao contrário, o dever de educar-se a fim de entender o progresso do mundo.

O astrônomo, chumbado ao solo do Planeta, não solicitará às estrelas o abandono da rota que as leis cósmicas lhes assinalam no campo infinito, competindo-lhe a obrigação de aprimorar os aparelhos de óptica, de maneira a alcançar seus objetivos, ante a grandeza celeste.

Seria infantilidade fustigar moscas sobre o toco infeccioso, a pretexto de sanar o mal. Determina a lógica a extinção daquele.

O homem, herdeiro do Céu, refletirá sempre a Paternidade Divina, no nível em que se encontra.

Fujamos, assim, aos velhos propósitos de conseguir veludoso acesso aos benefícios baratos.

Inegável o imperativo da colaboração na jornada evolutiva.

Em todos os departamentos do Universo, conheceremos benfeitores e beneficiados. A própria hierarquia, para ser bem vivida, fundamentar-Se-á em princípios de solidariedade.

No entanto, se não é lícito menosprezar o favor, não devemos viciar a proteção.

É compreensível o socorro sistemático á plantinha tenra, como é natural a escora destinada ao vegetal benfeitor sobrecarregado de trutas. Nós outros, porém, afeitos á revelação da imortalidade, não somos detentores senão de conhecimentos puramente embrionários e estamos longe da superprodução nos setores do bem. Somos Espíritos humanos distanciados da inexperiência original, mas baldos de virtudes, sob a justa

necessidade de iluminar a consciência, aprimorar sentimentos e aperfeiçoar qualidades individuais, para que não estejamos recebendo, em vão, as bênçãos do Senhor.

Este pequeno curso de Espiritualidade que André Luiz apresenta não é presunçoso ementário de recomendações rigoristas. É mensagem amiga para companheiros que reclamam diretrizes das entidades espirituais, como se o verdadeiro trabalho salvacionista residisse fora deles mesmos. Ele apresenta a palavra do nosso plano de luta, onde aprendemos que o milagre da perfeição é obra de esforço, conhecimento, disciplina, elevação, serviço e aprimoramento no templo do próprio “eu”.

Não se trata, portanto, de manual pretensioso.

Aqui, leitor amigo, você observará somente a lembrança dos antigos ensinos do Mestre, em novo acondicionamento verbal, de modo a recordarmos com Ele que o Reino Divino — edificação de Deus no Homem — em verdade jamais surgirá no mundo por aparências exteriores.

EMMANUEL

Pedro Leopoldo, 18 de junho de 1947

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Livro AGENDA CRISTà– Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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