30/12/2018

continuação Informativo GEAS - Jan 19


































O porvir e o nada

1. Vivemos, pensamos e operamos — eis o que é positivo. E que morremos, não é menos certo. Mas, deixando a Terra, para onde vamos? Que seremos após a morte? Estaremos melhor ou pior? Existiremos ou não? Ser ou não ser, tal a alternativa. Para sempre ou para nunca mais; ou tudo ou nada: Viveremos eternamente, ou tudo se aniquilará de vez? É uma tese, essa, que se impõe.

Todo homem experimenta a necessidade de viver, de gozar, de amar e ser feliz. Dizei ao moribundo que ele viverá ainda; que a sua hora é retardada; dizei-lhe sobretudo que será mais feliz do que porventura o tenha sido, e o seu coração rejubilará.

Mas, de que serviriam essas aspirações de felicidade, se um leve sopro pudesse dissipá-las?

Haverá algo de mais desesperador do que esse pensamento da destruição absoluta? Afeições caras, inteligência, progresso, saber laboriosamente adquiridos, tudo despedaçado, tudo perdido! De nada nos serviria, portanto, qualquer esforço no sofreamento das paixões, de fadiga para nos ilustrarmos, de devotamento à causa do progresso, desde que de tudo isso nada aproveitássemos, predominando o pensamento de que amanhã mesmo, talvez, de nada nos serviria tudo isso. Se assim fora, a sorte do homem seria cem vezes pior que a do bruto, porque este vive inteiramente do presente na satisfação dos seus apetites materiais, sem aspiração para o futuro. Diz-nos uma secreta intuição, porém, que isso não é possível.

2. Pela crença em o nada, o homem concentra todos os seus pensamentos, forçosamente, na vida presente.

Logicamente não se explicaria a preocupação de um futuro que se não espera.

Esta preocupação exclusiva do presente conduz o homem a pensar em si, de preferência a tudo: é, pois, o mais poderoso estimulo ao egoísmo, e o incrédulo é consequente quando chega à seguinte conclusão: Gozemos enquanto aqui estamos; gozemos o mais possível, pois que conosco tudo se acaba; gozemos depressa, porque não sabemos quanto tempo existiremos.

Ainda consequente é esta outra conclusão, aliás mais grave para a sociedade: Gozemos apesar de tudo, gozemos de qualquer modo, cada qual por si; a felicidade neste mundo é do mais astuto.

E se o respeito humano contém a alguns seres, que freio haverá para os que nada temem?

Acreditam estes últimos que as leis humanas não atingem senão os ineptos e assim empregam todo o seu engenho no melhor meio de a elas se esquivarem.

Se há doutrina insensata e antissocial, é, seguramente, o niilismo que rompe os verdadeiros laços de solidariedade e fraternidade, em que se fundam as relações sociais.

4. É nestas circunstâncias que o Espiritismo vem opor um dique à difusão da incredulidade, não somente pelo raciocínio, não somente pela perspectiva dos perigos que ela acarreta, mas pelos fatos materiais, tornando visíveis e tangíveis a alma e a vida futura.

Todos somos livres na escolha das nossas crenças; podemos crer em alguma coisa ou em nada crer, mas aqueles que procuram fazer prevalecer no espírito das massas, da juventude principalmente, a negação do futuro, apoiando-se na autoridade do seu saber e no ascendente da sua posição, semeiam na sociedade germens de perturbação e dissolução, incorrendo em grande responsabilidade.




       NOSSO   LANCHE
           Já aconteceu! Foi em, 2 de dezembro. E foi muito bom!
          Agora, trabalhemos por um novo Ano Novo, cheio de amizade 
        e paz para todos nós.


O Céu e o Inferno ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo – Capítulo I (trechos escolhidos) – Allan Kardec – FEB – 61ª edição (2015)

Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.
Paulo (II Coríntios, 13:8)

De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.
Paulo (Romanos, 14:12)





08/11/2018

Conflitos e Consciência - Espírito Joanna de Ângelis


Estudo do livro "Momentos de Saúde e de Consciência"

Espírito Joanna de Ângelis - Divaldo Franco

Realizado no dia 20 de outubro de 2018 no GEAS

Estudo das Obras de Joanna de Ângelis

1º e 3º sábados de cada mês, das 10 h às 11h30









































01/11/2018

Efeméride: 100 anos da Desencarnação de Eurípedes Barsanulfo

Efeméride: 100 anos da Desencarnação de Eurípedes Barsanulfo


Eurípedes Barsanulfo nasceu no dia 1º de maio de 1880, na cidade de Sacramento (MG), sendo o terceiro dos quinze filhos do casal Hermógenes Ernesto de Araújo (Sr. Mogico) e D. Jerônima Pereira de Almeida (D. Meca).  

Foi educador, político e jornalista, além de destacar-se como médium. Eurípedes fundou a primeira escola espírita do Brasil, o Colégio Allan Kardec, que ofereceu educação gratuita para crianças e órfãos sem condições de arcar com as despesas educacionais. Barsanulfo desencarnou no dia 1º de novembro de 1918, aos 38 anos.





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