20/08/2021

 Olá amigos!

Segue nosso estudo de hoje:

Com integridade e consciência





leitura inicial: 

PERFEIÇÃO E APERFEIÇOAMENTO 

Emmanuel 

Todos estamos ainda muito longe da perfeição, contudo, ninguém vive fora do constante aperfeiçoamento. Aceita, em Jesus, o Mestre que te aprimora e aproveita a bênção do tempo, mobilizando sentimento e raciocínio, atenção e boa vontade, par que te faças melhor cada dia. Não podes hoje ostentar a auréola da santidade, mas conseguirás estender, sem entraves, em teu benefício, os recursos da gentileza. Não podes, sem dúvida, revelar de improviso, a resistência do mártir, ante os sofrimentos que te assaltam a vida, no entanto, é justo te consagres, em favor de ti mesmo, ao culto da disciplina. Não sustentarás, de inopino, a atitude superior e espontânea da beneficência simples e pura diante daquele que te apunhala com a lâmina invisível da ofensa, mas podes sorrir, contendo os instintos de reação ao preço do esforço supremo de quem sabe que nada existe oculto para a verdadeira justiça. Realmente, não te será possível a ascensão imediata ao Reino da Luz Eterna, onde a nossa presença decerto nublaria o semblante dos anjos, no entanto, podes ser o apoio firme do lar em que Deus te situa, exercendo aí a bondade e a renúncia, o carinho e o desvelo, o consolo e a paciência incessantes. Não te creias capaz de trair o espírito de seqüência que rege todas as forças e todas as tarefas da natureza. A semente de agora será flor no porvir e a flor de hoje será o fruto amanhã. Disse Jesus: “Sede perfeitos como o Pai Celestial”. Isso não que dizer que já estejamos habilitados para a Glória Divina, mas sim que, em matéria de aperfeiçoamento, é indispensável tenhamos todos a coragem de começar. Não podes paralisar o verbo que fere e vergasta, mas é fácil guardar o próprio espírito em silêncio para somente movimentá-lo na bondade que ajuda, compreende e perdoa.

07/08/2021

 Olá amigos!

Segue nosso estudo de hoje:

Livro Dimensões da Verdade

27. Transeuntes



Leitura inicial:

144 Em meio de lobos 

 “Ide! Eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.”  Jesus (Lucas, 10:3.)  

Naturalmente Jesus, em pronunciando semelhante recomendação, reportava­-se a cordeiros fortes que conseguissem respirar  em plano superior  aos lobos vorazes. Seria razoável enviar ovelhas frágeis a bestas violentas? Seria o mesmo que ajudar a carnificina. O Mestre, indubitavelmente, desejava as qualidades de ternura e magnanimidade dos continuadores, mas não lhes endossaria as vacilações e fraquezas. Aliás, para serviço de tal envergadura, desdobrado em verdadeiras batalhas espirituais, ele necessitava de cooperadores fiéis, bondosos, prudentes, mas valorosos. Enviava os discípulos ao centro de conflito áspero, não no gesto de quem remete carneiros ao matadouro, e sim à gleba de serviço, onde pudessem semear  novos e sublimados dons espirituais, entre os lobos famintos, através da exemplificação no bem incessante. Entretanto, há companheiros, ainda hoje, que se acreditam colaboradores do  Cristo apenas porque levantam aos céus as mãos-­postas, em atitude suplicante. Esquecem-­se de que Jesus afirmou, peremptório: “Ide! eis que vos mando!...” Em tal determinação, vemos claramente que existem trabalhos a efetuar, ações beneméritas a instituir. O mundo é o campo, onde o trabalhador encontrará a sua cota de colaboração. É preciso realmente ir aos lobos. Seria perigoso esperá-­los. Muitos lidadores, porém, reclamam contra a cruz e o martírio, olvidando  que o  Senhor e seus corajosos sucessores neles encontraram a ressurreição e a eternidade através da resistência construtiva contra o mal. Se os madeiros e leões retornassem, deveriam encontrar o trabalhador no  esforço que lhe compete e nunca em atitude de inércia, a distância do ministério que lhe foi confiado. O apelo do Cristo ressoa, ainda agora... É imprescindível caminhar na direção dos lobos, não na condição de fera contra fera, mas na posição de cordeiros­-embaixadores; não por emissários da morte, mas por doadores da vida eterna.

16/07/2021

 Olá amigos!

Segue nosso estudo de sábado:

26. Sutis e Perigosos



Leitura inicial:

64 - SUBDESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL 

 “Ora, quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o não em contendas de disputa.”

 – PAULO. (Romanos, 14:1.) 

 Quando a palavra subdesenvolvimento toma lugar na designação de grupos humanos menos dotados de mais amplos recursos, na ordem material da vida terrestre, não será impróprio referir-nos à outra espécie de carência – a carência de valores do espírito. Isso nos induz a reconhecer a existência de uma retaguarda enorme de criaturas empobrecidas de esperança e coragem, não obstante quase toda ela constituída de companheiros com destaque merecido na cultura e na prosperidade da Terra. Abastece-te de suficiente amor para compreendê-los e auxiliá-los. São amigos chamados a caminhar nas frentes da evolução, com áreas enormes de influência e possibilidade no trabalho do bem de todos, mas detentores de escassos recursos no campo do sentimento para suportarem, com êxito as crises das épocas de mudança. Esse encontrou diferenças de conduta nos descendentes fascinados pelas experiências passageiras de equipes sociais em transição e se marginalizou nas moléstias da inconformidade; aquele traumatizou-se com as provações coletivas em que grupos vários de pessoas se viram defrontadas pela desencarnação em conjunto e se refugiou nas instituições de repouso e tratamento mental; outro observou criaturas queridas a se desgarrarem do lar, para se realizarem livremente nos ideais próprios, e transformou-se em doente complexo; e outros muitos viram a morte dos entes mais caros, arrancados ao corpo nas engrenagens da própria civilização e mergulharam-se na dor que acreditam sem consolo. Se podes enxergar os conflitos impostos ao mundo pelo materialismo que vem desfibrando o ânimo de tantas criaturas enternece-te com os sofrimentos de quantos se encontram nas faixas do subdesenvolvimento espiritual e trabalhemos nas novas construções da fé.


03/07/2021

 Olá!

Segue abaixo o estudo de hoje:

Pessoas, opiniões e nós

Livro Dimensões da Verdade




Leitura inicial:

171 

No campo físico 

 “Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual.”  

Paulo (I Coríntios, 15:44)  

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-­se na santidade. A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos. A sementeira comum é símbolo perfeito. O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos. Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu  todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol. A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto. Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo  na criação de espiritualidade divina. O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo “semeia­-se”. Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza. Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros. Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.