16/01/2026

 Olá amigos!

Segue o estudo do livro Sinal Verde


Leitura inicial:

XLVI 

Alimenta-te para viver, sem a gulodice que leva o homem a viver para comer. Morre-se mais de excesso ou alimentação irregular, faça que pela falta de pão. O exagero e o desperdício de umas respostas pela falta e escassez na mesa de outros. O alimento é obtido para uma existência corporal, mas como misturas complexas e apresentações extravagantes, paixão injustificável ou vício pernicioso. Use o alimento com sabedoria e frugalidade para viver por longos anos com saúde ideal.

Do livro Vida Feliz


48 –  IMPREVISTOS DURANTE VISITAS


No curso de visita determinado, calar quaisquer apontamentos ou perguntas, quando os anfitriões receberem correspondência.

Ante uma discussão, absolutamente inesperada entre familiares, guarde a descrição e o respeito.

Nunca prorromper em gritos ou exclamações se um inseto ou algum pequeno animal surge à vista.

Conservar a calma sem interferência, toda vez que uma criança da moradia visitada entre a receber essa o aquela repreensão dos adultos.

Abster‐se de comentar as qualidades dos pequenos desastres caseiros, como ser a queda de alguém ou a louça quebrada.

Se aparecerem outras visitas, mesmo em se tratando de pessoas com as quais não nos achemos perfeitamente afinados, não nos despediremos abruptamente e sim permaneceremos mais algum tempo, no recinto doméstico em que nos preocupamos, testemunhando cordialidade e acatamento.

Vendo pessoas que nos são desconhecidas ou que ainda não nos foram apresentadas, no lar que nos acolhe, jamais formular indagações, quais sejam: " quem é este? ", " quem é ela? ", " é pessoa de sua família? ", " que faz aqui? " ou " será que já conhecerá essa criatura? "

Se os donos da casa estão prontos para sair, no justo momento de nossa chegada, convidamos a renunciar ao prazer de visitá-los, deixando-os em liberdade.

Quem visita deve sempre levar consigo otimismo e compreensão para serem usados ​​em qualquer circunstância.

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Livro  SINAL VERDE  - 48 - Por  André Luiz  e  Francisco Cândido Xavier

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10/01/2026

 Olá amigos

Segue o estudo do livro Leis Morais da Vida

Capítulo 32. Participação na felicidade




Leitura inicial:.

Considere o trabalho o melhor meio para progredir.

Quem não trabalha, entrega-se à paralisia moral e espiritual.

O homem que não se dedica à ação libertadora do trabalho faz seu peso negativo na economia da sociedade.

O trabalho é vida. 

Fonte: Livro Vida Feliz

Tema do estudo:

32 - PARTICIPAÇÃO NA FELICIDADE 

Quando alguém chora acoimado por esse ou aquele problema, é fácil participar do seu drama, dilatando esforços para diminuir-lhe o padecimento.

Ante a fome ou a enfermidade experimente o apelo aos elevados sentimentos que te concitam à ajuda automática e rápida.

Sem dúvida todo socorro que se oferecer a alguém que sofre é de significado relevante.

Caridade, sim, a dádiva material e o gesto moral de solidariedade.

Indispensável, porém, não te impede na superfície da realização.

Há os que são solidários na dor, assumindo a posição de benfeitores, em lugar de realce com o que se realiza interiormente.

Contudo, quando defrontam amigos em prosperidade, companheiros em evidência, conhecidos em situação de relevância, deixam-se ralar por mágoa injustificável, transformando-se em fiscais impenitentes e acusadores severos que não perdoam a ascensão do próximo.

Ressentimentos se acumulam nas paisagens íntimas, e, azedos, referem-se ao sucesso alheio, vencidos por torpe inveja.

Não sabemos o preço do triunfo de qualquer procedimento, quando na Terra.

Ignoram as contribuições que devem ser feitas por todo aquele que se lidera em situação de destaque.

Farpas da maledicência e dostos do ciúme, perseguição sistemática disfarçada de sorrisos, ausência de amigos legítimos tornam-se ilusórias horas douradas do homem de relevância em momentos difíceis de serem vencidos.

— Assumir posição diferente .

Sem que você esteja interessado no que ele tem ou é, rejubile-te com o progresso de quem segue com você.

Quando alguém se eleva, com ele se ergue toda a Humanidade. Quando cai é prejuízo na economia moral do planeta.

Solidário na dificuldade do seu irmão, participe dos júbilos do seu próximo para que a ingestão do veneno do despeito e do tóxico da animosidade não te destrua a alegria de viver.

Ser feliz com a felicidade alheia é também forma de caridade cristã. 

09/01/2026

ESTUDO 47 - VISITAÇÃO A DOENTES      




LEITURA INICIAL - Vida Feliz - 148

Todos sofrem, enquanto estão no mundo.

A dor é um método eficiente para a renovação, quando falecem os benefícios do amor não vivido.

Diante desta fatalidade inevitável, que o Espírito enfrenta nos mais variados matizes, cumpre-lhe recebê-la com dignidade e confiança.

O que hoje se apresenta atormentante, ameaçador, amanhã se converte em paz.

A doença física ou mental, a aflição econômica ou moral, passam, deixando os resultados conforme o grau de elevação pessoal através do qual foram recebidas.

Não te consideres, pois, infeliz, quando sofrendo. Retira os benefícios da injunção expungitiva e segue adiante, encorajado.


47 – VISITAÇÃO A DOENTES


A visita ao doente pede tato e compreensão.

Abster‐se de dar a mão ao enfermo quando a pessoa for admitida à presença dele, com exceção dos casos em que seja ele quem tome a iniciativa.

Se o visitante não é chamado espontaneamente para ver o doente, não insistirá nisso, aceitando tacitamente os motivos imanifestos que lhe obstam semelhante contato.

Toda conversa ao pé de um doente, exige controle e seleção.

Evitar narrações ao redor de moléstias, sintomas, padecimentos alheios e acontecimentos desagradáveis.

Um cartão fraterno ou algumas flores, substituindo a presença, na hipótese de visitação repetida, em tratamentos prolongados, constituem mananciais de vibrações construtivas.

Conquanto a oração seja bênção providencial, em todas as ocasiões, o tipo de assistência médica, em favor desse ou daquele enfermo, solicita apreço e acatamento.

Nunca usar voz muito alta em hospital ou em quarto de enfermo.

Por mais grave o estado orgânico de um doente, não se lhe impor vaticínios acerca da morte, porquanto ninguém, na Terra, possui recursos para medir a resistência de alguém, e, para cada agonizante que desencarna, funciona a Misericórdia de Deus, na Vida Maior, através de Espíritos Benevolentes e Sábios que dosam a verdade em amor, em benefício dos irmãos que se transferem de plano.

Toda visita a um doente ‐‐ quando seja simplesmente visita ‐‐, deve ser curta.

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Livro SINAL VERDE - 47 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier

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20/12/2025

 ESTUDO: SEMENTEIRA DE TESTEMUNHOS - DO LIVRO VIVENDO COM JESUS




                                                                         

LEITURA INICIAL: VIDA FELIS 119:


Sê sábio, investindo no futuro.

O que ora te acontece, resulta do passado que não podes remediar.

Mas, aquilo que irá suceder, depende do que realizes a partir de hoje.

Enquanto recolhes efeitos de ações passadas, estás atuando para consequências futuras.

Conforme semeares, assim colherás.

A tua fatalidade é o bem. Como atingi-lo, será opção tua, mediante ação rápida ou retardada e contra-marchas.

Ninguém está fadado ao sofrimento.

Este é o resultado da escolha errada.

Investe no amanhã e serás feliz desde hoje.


SEMENTEIRA DE TESTEMUNHOS


- E outra (semente) caiu em boa terra e, nascida, produziu fruto, a cento por um... Lucas, 8: 8

* * *

As sementes de amor que Jesus colocara no coração fértil dos discípulos, fecundaram e se transformaram em árvores generosas, com frondes protetoras, e conseguindo produzir milhares de outras tantas, que se multiplicariam ao infinito na sucessão dos tempos.

Terminado o ministério terrestre, o Mestre retornara às imarcescíveis dimensões da Espiritualidade, deixando os companheiros equipados para os enfrentamentos, e todos eles desincumbiram-se do ministério com inigualável grandeza moral, dando testemunhos que permaneceriam como símbolos de fidelidade e lições permanentes de amor.

Todos padeceram nas carnes do corpo e nos tecidos da alma as mais rudes provas e mais acerbas dores físicas e emocionais, sem apresentarem qualquer sinal de fraqueza, de temor ou de negação.

Quanto mais terrível era configurada a punição ao amor de que davam mostras, vivenciando-o, e eles se faziam expoentes da coragem e da fé.

Nenhum foi poupado pela impiedade humana, e o seu sofrimento serviu de adubo fértil para as sementes que deixaram nos corações daqueles que os ouviram, que conviveram :om eles, que se mostraram receptivos à mensagem libertadora.

A liberdade é o anelo mais elevado do ser humano, mas nem sempre se configura na facilidade de locomoção, no direito de ir e de vir, podendo ser vivenciada no ádito do coração sob terríveis aflições e em injunções inumanas, penosas, como aqueles homens souberam viver seguindo o exemplo de Jesus.

O Evangelho expandia-se no mundo que permanecia sob a dominação tiranizante do Império Romano, que ditava as diretrizes cruéis para submeter os vencidos pelas suas legiões.

Pulsava nos sentimentos dos oprimidos o anseio de liberdade, e porque não a pudessem fruir pelos caminhos sociais e políticos, a de consciência fascinava-os, e quando ouviam as narrativas do Evangelho e do Reino que Jesus viera implantar na Terra, todos se lhe entregavam com ardor.

* * *

Felipe, um dos seus primeiros discípulos, impregnado pela presença do Mestre a quem muito amava, deixou-se influenciar pelas vozes dos céus, e saiu a divulgar a esperança e a alegria de viver, o amor e o perdão.

Ele vivia enriquecido desses valores que o sustentaram desde o momento em que o Mestre ascendera ao Infinito.

Em contrapartida, onde quer que fosse, defrontava a mão férrea do Império Romano, afligindo todos aqueles que ambicionavam a felicidade fora dos padrões hediondos do crime e do ódio.

A sua palavra canora sensibilizava, ainda mais porque ele fora testemunha de Jesus, com quem convivera em estreita comunhão de ternura.

Obrigado a sair de cada cidade onde se apresentava na condição de embaixador do Rei especial, deteve-se em Hierápolis, na Frígia, onde o seu verbo sedutor iluminou vidas incontáveis, arrancando-as da densa escuridão.

Os frígios podiam ser considerados bárbaros no conceito romano, mas eram pessoas sofridas e sedentas de paz.

A palavra ardente, porque era portadora da Verdade, incomodava os pigmeus governamentais que passaram a considerá-lo como sendo um criminoso comum e audacioso, que desacatava as autoridades.

Aprisionado, após julgamento absurdo, conforme acontecera com Jesus, foi condenado à morte na cruz, de acordo com a justiça aplicada àqueles que infringiam as leis.

Erguido no madeiro de infâmia que o Senhor dignificou, experimentou as terríveis dores do desconjuntar dos ossos, do elastecimento dos nervos, da asfixia insuportável, permanecendo confiante e digno.

Ele havia aprendido com Jesus o significado profundo do amor, especialmente em relação ao próximo, aos inimigos, ao ideal da Verdade, à Vida...

Nada lhe diminuiu o estoicismo nem a abnegação.

* * *

Aqueles eram os dias dos testemunhos, quando o sangue dos mártires fecundou a terra para que medrassem em abundância as sementes de luz que Ele oferecera aos discípulos para esparzirem no mundo.

Todos, portanto, cada um a seu turno, foram convocados a provar a autenticidade da mensagem, conforme sucedeu a André, o irmão de Simão Pedro, que, já idoso, nunca desanimou e prosseguiu no ministério, continuando a pregar para os sítios, godos, trácios, todos considerados bárbaros pelos romanos, sendo, na cidade de Sebastópolis, onde viviam etíopes, mandado crucificar pelo sádico Egéias, que governava os edessenos, posteriormente sendo sepultado com a ternura dos seus discípulos em Patras, a célebre cidade da Acaia...

João, o evangelista, foi o único que não foi assassinado, havendo morrido idoso...

A luz derramava-se a flux em toda parte, porém, em todo lugar Jesus era odiado porque libertava as vidas das algemas da ignorância e do poder dos maus.

Aqueles que o amavam, no entanto, não desanimavam, prosseguindo integérrimos e jubilosos no ministério, enquanto aguardavam o testemunho com que mais se compraziam, demonstrando a excelência da mensagem.

Invejoso, Egéias ficou melindrado com o respeito de que gozava André, das suas narrativas gloriosas ao lado de Jesus, do esplendor e grandeza do Reino dos Céus que ele não estava interessado em conquistar, já que era prisioneiro do reino terrestre, assim como de todos aqueles que se diziam cristãos. Conseguiu através dos mecanismos do servilismo e do ódio permissão de Roma para crucificar todos aqueles que se vinculassem a Jesus, que se negassem a adorar os deuses mentirosos.

No seu julgamento, sem qualquer receio André declarou-lhe que havia um outro Juiz cuja maneira de decidir era totalmente diversa da dele, porque era imparcial e imperecível, provocando-lhe a ira, resíduo nefando do primarismo que permanece nas criaturas humanas infelizes, desse modo, mandando crucificá-lo.

Também os egípcios, os indianos e outros povos politeístas que praticavam sacrifícios de animais e humanos, quando lhes convinha, odiavam o Mestre de Nazaré, que os amava e inspirara alguns dos seus discípulos para que fossem levá-lo por toda parte sem medo daqueles que somente matam o corpo e nada podem fazer ao espírito.

Ainda hoje, de alguma forma, a fidelidade a Jesus é vista como comportamento patológico, alienação, covardia moral.

Os Seus servidores não encontram espaço no mundo em que triunfam os equivocados e recebem láureas os criminosos, aqueles que matam em nome da pátria, da política, da fé religiosa, dos preconceitos em que se comprazem...

Jesus, porém, vela pelos seus continuadores, e prossegue convocando os Seus trabalhadores para que permaneçam na seara imensa onde os poucos fiéis devem viver em vigília de amor e de perdão, de misericórdia e de compaixão, experienciando a caridade.

Cristão sem testemunho é solo árido dominado pela seca e pela morte...

O testemunho de qualquer natureza, mesmo aqueles interiores, silenciosos, são a condecoração de quem ama Jesus e resolveu por servi-lo.

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Livro VIVENDO COM JESUS, cap. 30 - Por Amélia Rodrigues e Divaldo Franco

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