ESTUDO 47 - VISITAÇÃO A DOENTES
LEITURA INICIAL - Vida Feliz - 148
Todos sofrem, enquanto estão no mundo.
A dor é um método eficiente para a renovação, quando falecem os benefícios do amor não vivido.
Diante desta fatalidade inevitável, que o Espírito enfrenta nos mais variados matizes, cumpre-lhe recebê-la com dignidade e confiança.
O que hoje se apresenta atormentante, ameaçador, amanhã se converte em paz.
A doença física ou mental, a aflição econômica ou moral, passam, deixando os resultados conforme o grau de elevação pessoal através do qual foram recebidas.
Não te consideres, pois, infeliz, quando sofrendo. Retira os benefícios da injunção expungitiva e segue adiante, encorajado.
47 – VISITAÇÃO A DOENTES
A visita ao doente pede tato e compreensão.
Abster‐se de dar a mão ao enfermo quando a pessoa for admitida à presença dele, com exceção dos casos em que seja ele quem tome a iniciativa.
Se o visitante não é chamado espontaneamente para ver o doente, não insistirá nisso, aceitando tacitamente os motivos imanifestos que lhe obstam semelhante contato.
Toda conversa ao pé de um doente, exige controle e seleção.
Evitar narrações ao redor de moléstias, sintomas, padecimentos alheios e acontecimentos desagradáveis.
Um cartão fraterno ou algumas flores, substituindo a presença, na hipótese de visitação repetida, em tratamentos prolongados, constituem mananciais de vibrações construtivas.
Conquanto a oração seja bênção providencial, em todas as ocasiões, o tipo de assistência médica, em favor desse ou daquele enfermo, solicita apreço e acatamento.
Nunca usar voz muito alta em hospital ou em quarto de enfermo.
Por mais grave o estado orgânico de um doente, não se lhe impor vaticínios acerca da morte, porquanto ninguém, na Terra, possui recursos para medir a resistência de alguém, e, para cada agonizante que desencarna, funciona a Misericórdia de Deus, na Vida Maior, através de Espíritos Benevolentes e Sábios que dosam a verdade em amor, em benefício dos irmãos que se transferem de plano.
Toda visita a um doente ‐‐ quando seja simplesmente visita ‐‐, deve ser curta.
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Livro SINAL VERDE - 47 - Por André Luiz e Francisco Cândido Xavier
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