17/01/2026

 Olá amigos!

Segue o estudo do livro Leis Morais da Vida

Capítulo 33 - Amizades e Afeições


Leitura Inicial

37 Orientação 

 

  • " E procureis viver quietos e tratar dos seus próprios negócios e trabalhar com suas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado. " (I TESSALONICENSES, 4:11.)

A cada passo, encontramos irmãos ansiosos por orientação nova, nossos círculos de aprendizagem evangélico.

Valiosos serviços, programas excelentes de espiritualidade superior experimentam grave dilatação esperando terminar as súplicas inoportunas e reiteradas aquelas que se descuidam dos compromissos reforçados. Assim nos pronunciamos, diante de quantos se propõem servir a Jesus com sinceridade, porque, indiscutivelmente, as diretrizes cristãs permanecem traçadas, de há muito, esperando mãos operosas que as concretizem com firmeza.

Procure cada discípulo manter o quinhão de paz relativo ao que o Mestre lhe conferiu, cuide de cada qual dos negócios que lhe dizem respeito e trabalhe com as mãos com que nasceu, na conquista de expressões superiores da vida, e construirá residência espiritual elevada para si mesmo.

Aquele que conserva a harmonia, ao preço do bem infatigável, atende aos designs do Senhor no círculo dos compromissos individuais e da família humana; o que cuida dos próprios negócios desincumbe-se retamente das obrigações sociais, sem ser pesado aos interesses alheios, e o que trabalha com as próprias mãos encontra o caminho luminoso da evolução gloriosa.

Antes de buscar, pois, qualquer orientação, junto de amigos encarnados ou desencarnados, não se esqueça de verificar se já atendeste a isto.

do Livro Vinha de Luz


AMIZADES E AFEIÇÕES


Não apenas a simpatia como ingrediente único para fazer que os afagos da amizade te adornem e enlevem o espírito.

Muito fácil ganhar como perder amigos. Quiçá difícil se apresenta a tarefa de sustentar amizades, ao invés de somente consegui-las.

O magnetismo pessoal é fator importante para promover a aquisição de afetos.

Contudo, se o comportamento pessoal não se padroniza e sustenta em diretrizes de enobrecimento e liderança, as amizades e afeições não raras se convertem em canga pesada, estresse parceria que culmina em clima de animosidade, gerando futuros adversários.

Nesse particular existem pequenos fatores que não podem nem devem ser relegados para o plano secundário, a fim de que sejam mantidas as afeições.

A planta não irrigada sucumbe sob a canícula.

Oculta não sepulto.

A luz sem combustível é desligada.

A máquina sem graxa arrebenta-se.

Assim, também, a amizade que sem o sustento da cortesia e da gentileza se estiola.

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Se você deseja preservar seus amigos, não conseguiu fazê-lo através de um curso de etiqueta ou de boas maneiras, com que muitas vezes as aparências científicas, artificiais, substituem ou escondem os sentimentos reais. Os impositivos evangélicos que você aplica são admiráveis ​​técnicas de engenharia, que funcionam como recurso valioso para a sustentação do bem em qualquer lugar, em toda situação, com qualquer pessoa.

A afabilidade, a doçura, a gentileza de alguém, aparentemente destituída de simpatia, permite propiciar a presença de amigos, retê-los e torná-los afetos puros para sempre.

Amizades se desagregam ou se desgastam exatamente após articuladas, no período em que os consórcios fraternos se descuidam de mantê-las.

Isto ocorre normalmente, como consequências de atitudes que podem ser evitadas:

o olhar;

A palavra ríspida;

O atendimento hostil ou negligente;

A lamentação constante;

A irreverência acompanhada pela frivolidade;

A contínua;

A queixa contumaz;

O pessimismo vinagroso.

Os amigos são companheiros que também têm problemas. Por essa razão se acercam de ti.

Usa, no trato com eles, quanto possível, a espera e a atenção, a fim de que, um dia, conforme Jesus enunciou: “ Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor; mas, tenho-vos chamados amigos, porque vos revelei tudo quanto ouvi de meu Pai ”, tornando-te legítimo amigo de todos, consequentemente fruindo as vitórias da amizade e da afeição puras.

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Livro LEIS MORAIS DA VIDA , Cap. 33, por Joanna de Ângelis e Divaldo Franco 

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