23/05/2026

 Olá amigos!

Segue nosso estudo  de sábado: PENSAMENTOS E RESPONSABILIDADE



PENSAMENTOS E RESPONSABILIDADE


Um Espírito de luz, certa feita, escreveu que nos encontramos mergulhados no Hálito Divino.

Isso nos fala não somente e de forma primordial do amor de um Pai Celeste e bom, quanto nos interliga a todos os seres viventes.

Enquanto organismos vivos, tudo que fazemos tem, no mundo, uma consequência.

Lemos que o bater das asas de uma borboleta na África pode causar chuvas no Paraguai.

O importante não é realmente onde está a borboleta ou onde vai chover, mas o fato de que o minúsculo deslocamento de ar causado pelo bater de suas asas pode causar efeitos na atmosfera, turbulentos o suficiente para serem sentidos a milhares de quilômetros de distância.

A atmosfera não reconhece fronteiras.

Aqueles que assistimos ao primeiro episódio do filme A era do gelo, com certeza, nos lembramos do simpático esquilo, que é uma figura paralela à trama principal.

Ele tem sua própria história, seu próprio interesse, que é acumular avelãs.

É justamente ele que dá um exemplo surpreendente de como a ação de um único indivíduo pode repercutir na vida dos demais.

Mesmo que isso possa parecer improvável, em um primeiro momento.

Quando ele tenta enterrar a avelã, no solo gelado, provoca uma fissura que se alastra, sobe a encosta de uma montanha e termina por dividi-la ao meio.

O resultado é o deslocamento de imensas massas de gelo, que quase esmagam o frágil esquilo, quanto modificam totalmente a paisagem.

A cena leva ao riso, naturalmente.

Contudo, se pensarmos, descobriremos uma mensagem na imagem: a repercussão dos nossos atos, a dimensão das nossas responsabilidades em tudo que fazemos.

Também em tudo que pensamos.

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O pensamento é força viva e atuante, porque procede da mente que tem a sua sede no ser espiritual, sendo, portanto, a exteriorização da Entidade eterna.

Conforme o seu direcionamento, manifesta-se, no mundo das formas, a sua realização. A sua educação é relevante, porque se torna fator essencial para o enfrentamento dos desafios e encontro das soluções necessárias à vida saudável.

Normalmente, em razão do mau hábito de pensar, os indivíduos asseveram que tudo quanto pensam de negativo lhes acontece, e não se dão conta que são, eles próprios, os responsáveis pela construção mental do que anelam, inconscientemente, e elaboram pelo pensamento. Alterassem a forma de encarar a vida e de pensar, e tudo se modificaria, tornando-se-lhe a existência mais apetecível e positiva.

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Cabe lembrar que vivemos num mundo em que vibramos constantemente. Nossa produção de pensamentos é inimaginável.

E todos colaboramos para a formação da atmosfera em que nos movemos, a atmosfera espiritual.

Em nosso mundo particular, alcançamos os que nos rodeiam no lar, na escola, no escritório.

Nossa ação vibratória se alonga para a rua em que moramos, o bairro, a cidade. Alcançamos o mundo.

Nossos pensamentos, gerados sem cessar, colaboram na formação da atmosfera espiritual de todo o planeta.

É nesse ambiente que nos movemos, que nos alimentamos uns dos pensamentos dos outros.

Por isso se diz que cada um de nós pode alimentar o estado de guerra mundial ou colaborar para a sua paz.

Quando assistimos a um noticiário e nos enchemos de raiva por algo que consideramos uma injustiça, estamos contribuindo para engrossar o tumulto que se apresenta em qualquer lugar.

Se nossas emissões mentais forem de apaziguamento, de compreensão, a nossa colaboração será pela solução do incidente de forma pacífica.

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Gandhi libertou sua nação do jugo estrangeiro com ações pacíficas.

Disse ele: Se um único homem atingir a plenitude do amor, neutralizará o ódio de milhões.

Pensemos, portanto, como desejamos atuar no mundo. Como promotores do bem, do belo, do bom?

Comecemos agora. Pensemos no bem, no belo, no bom.

Colaboremos para a paz, a ordem, o progresso, emitindo nossas vibrações nobres, nossos pensamentos de luz.

Emitamos luz. Somos filhos da luz.

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Extraído do Momento Espírita, com base em Metáfora de Eugênio Mussak, em artigo da revista Vida Simples, n. 172, ed. Abril e livro VIDA: DESAFIOS E SOLUÇÕES, de Joanna de Ângelis e Divaldo Pereira Franco

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