02/05/2026

 Olá 

Segue nosso estudo do livro Leis Morais da Vida

Capítulo 40 - Vícios e delitos


Leitura inicial:

Rendimento

Leve auxílio que estendas:

Mais apoio a servir-te.

A esperança que espalhas

É uma estrela a esperar-te.

Dor que tires dos outros,

Prova de que te afastas.

Doar felicidade

é retratá-la em nós.

Olha a semente humilde

e a colheita dos frutos.

Todo bem rende o bem

pelas contas de Deus.


Tema do estudo:

40 

VÍCIOS E DELITOS

Condicionamentos passados fortemente fixados nos tecidos sutis do 

espírito ressurgem como incontidas impulsões, que se transformam em 

vigorosos senhores dos que lhes padecem a injunção.

Procedentes do pretérito espiritual, fazem-se dilaceração da alma desde 

cedo, quando o processo da reencarnação se consuma... 

Constituem imperiosos tormentos que aparecem reiteradamente, dominam 

e destroem os seus êmulos. 

Formam as paisagens lôbregas do mundo moral da criatura humana. 

 Tomam corpo em decorrência dos maus hábitos, estimulados pela 

insensatez, cultivados pela permissividade social. 

Assumem aspeto inocente e se incorporam à personalidade, tornando-se 

uma segunda natureza que absorve os recursos superiores da vida, 

culminando por seviciar e vencer os que derrapam na sua inditosa direção. 

Defluem de inspirações perniciosas de mentes desencarnadas, em 

processo insinuante de obsessão simples, que se converte em subjugação 

selvagem, mediante a qual os cômpares se sustentam e se extremunham, 

infelicitando-se reciprocamente em doloroso processo de longo curso em que 

se interdependem, amargurados. 

Possuem uma gênese e uma gama diversa e complexa. 

Todos decorrem do espírito dúbio e procedem da fraqueza interior dos que 

se acumpliciam em consórcio de dependência inditosa. 

Florescem, pestilenciais, na alma, na mente e no corpo. 

São paixões dissolventes que envenenam com tenacidade, em 

programática segura. 

Seja sob qual aparência os descubras em ti, não lhes dês trégua. 

A mentira inocente estimulada transforma-se, um dia, numa calúnia bem 

urdida. 

Uma taça de licor singela, repetida, faz-se veículo de alcoolofilia 

martirizante. 

Um delíquio moral momentâneo, aceito com naturalidade, abre as portas 

da dignidade à corrupção. 

Sê severo nos teus compromissos morais, nas tuas relações sociais,impondo-te elevação e austeridade. 

Um descuido, uma concessão e se estabelecem os vínculos inditosos. 

Morigeração e cuidado deves manter, mesmo que os outros se favoreçam 

com maior soma de liberdade, a fim de preservar-te das artimanhas dos vícios 

e delitos que trazes do ontem, que podes adquirir hoje e que estão fáceis por 

toda parte... 

Sublimes realizações, tarefas nobilitantes que suportaram graves 

investidas do mal, homens e mulheres resolutos que se ofereceram ao bem e 

ao dever, tombaram, inermes, ante os vapores dos vícios sociais e delitos 

morais aparentemente ingênuos, que terminaram por vencer as decisões 

robustas em que fraquejaram... 

Vigia e perscruta teus sentimentos. 

Se descobrires tendências e inclinações não adies o combate, nem te 

concedas pieguismo. 

Luta e vence-os de uma vez, arrebentando os elos mantenedores da 

viciação e dos delitos, a fim de lograres o êxito que persegues, anelas e necessitas.